
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Eu pago meus pecados...

O Preço
O preço que se paga as vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Pra pedir perdão...
Pra fingir que não foi mal...
Uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
"Sempre em frente" foi o conselho que ela me deu
Sem me avisar... que iria ficar pra trás
E agora eu pago os meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Eu pago os meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era a liberdade
Mas na verdade eram as grades da prisão
O preço que se paga as vezes é alto demais
É alta madrugada já é tarde demais
Mais uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
É a última janela iluminada
Nada de anormal
Amanhã ela vai voltar...
Enquanto isso eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Eu pago os meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era a liberdade
Mas na verdade eu me enganei outra vez...
Eu pago os meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Eu pago os meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era a liberdade
Mas na verdade era só solidão...
Humberto Gessinger
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Amém!
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Flor da pele
%5B1%5D.jpg)
Ando tão à flor da pele,
Que qualquer beijo de novela me faz chorar,
Ando tão à flor da pele,
Que teu olhar flor na janela me faz morrer,
Ando tão à flor da pele,
Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser,
Ando tão à flor da pele,
Que a minha pele tem o fogo do juízo final.
Um barco sem porto,
Sem rumo,
Sem vela,
Cavalo sem sela,
Um bicho solto,
Um cão sem dono,
Um menino,
Um bandido,
Às vezes me preservo noutras suicido.
Zeca Baleiro
Assinar:
Postagens (Atom)

